mural
alunos
usuário:
senha:
r. general jardim, 618 / 51
são paulo / sp - 01223-010
+ 55 11 3129-8320
Fale conosco
ex-alunos
(depoimentos sobre o curso de pós-graduação
  em Jornalismo Literário da ABJL )



Regina Magalhães (turma São Paulo, 2009)
Escritora e diretora da empresa Biografias & Profecias

A pós-graduação na ABJL é um marco fundamental na minha carreira de escritora e editora. E eu nem sou jornalista. Este é um curso que fala de vida, de arte, de mundo e de seres, e convida à reflexão sobre o propósito que norteia nossa comunicação. Deveria chamar-se "Comunicação Literária". Recomendo a todos. Sem falar nos companheiros de classe. Encontros valiosíssimos. Aliar o relato do real a recursos da literatura nos oferece a oportunidade de narrar a vida "como ela é", com a beleza de letrinhas - bem colocadas - que revelam  a vida "que não se vê".   Entusiasta de tal modalidade, considero o JL e o trabalho de educadores como Celso, Edvaldo e Sergio como uma iniciativa primorosa que contribui e nos prepara para sermos agentes de transformação da sociedade, anunciando a nova era da Comunicação.
..........


Alessandro Lucchetti (turma São Paulo, 2009)
Repórter da editoria de esportes do "Diário de S.Paulo"

Eu andava meio farto dessa vida de jornalista. A eterna competição por furos, os aumentos salariais que não vêm, os fins de semana que são de trabalho e não separam duas semanas de trabalho. Na ABJL, retomei o gosto por fazer entrevistas mais longas, redigir textos mais aprofundados e, sem querer parecer pretensioso, contribuir para deixar o jornalismo menos oco.
..........


Lilian Rochael (turma  São Paulo, 2009)
Jornalista freelancer e escritora

O Jornalismo Literário é a poesia da vida com que sempre sonhei. O curso de pós-graduação da ABJL encheu meu coração de alegria, abriu meus olhos indicando, sob diferentes prismas, um mundo mágico, rico, belo. Sem dúvida, posso afirmar que este curso transformou a minha história. Cheguei à ABJL ouvindo conselhos de uma amiga que já havia cumprido essa jornada. Era um momento decisivo: mudanças à vista sacudiam meu destino. No início, o encontro com o JL me trouxe encantamento: o excelente conteúdo, a metodologia bem trabalhada, a dedicação incondicional dos professores Edvaldo, Sérgio e Celso. Ao longo do curso, a parceria com colegas -inteligentes e desprendidos - e a troca com os mestres e doutores - que dedicam seu tempo a ensinar a arte de escrever narrativas, de humanizar o real - foram me dando a certeza de que havia feito a escolha certa. Hoje sei que ser jornalista é bom, mas que ser jornalista da vida real é muito melhor. Que o caminho do JL seja percorrido por muitos outros poucos privilegiados.
............


Eliane Borges (turma Goiânia, 2008)
Jornalista e assessora de imprensa da PUC-Goiás

O curso da ABJL foi um presente para mim. Além de cumprir o programa com seriedade e competência admiráveis, os coordenadores e docentes  (mestres e doutores com reconhecida experiência em sua área de estudo e ampla produção publicada) nos presentearam com sua generosidade no ato de socializar o conhecimento. Também nos enriquecemos com os cases sobre a  experiência profissional e pessoal de nossos mestres, nas trilhas do jornalismo. Partilhas de quem se importa com o crescimento do outro e com o papel social do jornalismo. Uma lição de docência e de humanidade.
A antecedência com que as bibliografias foram disponibilizadas para leitura, com orientações específicas para cada módulo; as metodologias utilizadas na apresentação dos conceitos, a aplicação dos exercícios para despertar criatividade e a avaliação da nossa produção foram também exemplares. O curso oferece teoria e prática em jornalismo, provoca reflexões, aponta novos horizontes profissionais e ainda tem muito de inusitado... Todo jornalista deveria ter a oportunidade de passar por ele, no início de sua carreira. Certamente, a qualidade do jornalismo seria outra.
...........


Luciane Tonon (turma São Paulo, 2008)
Jornalista e comissária da TAM

O JL arrebentou o funil onde eu estava inserida com o jornalismo tradicional. Aprendi a ouvir mais, a perceber mais e  passar sensações nos meus textos, que antes deixava egoisticamente  guardadas na minha memória.
..............


Carla Lacerda do Nascimento Marques (turma Goiânia, 2008)
Superintendente de jornalismo da Prefeitura de Aparecida de Goiânia (GO) e repórter da revista “O Country”

Queria eu conseguir expressar o quanto as reportagens escritas em Jornalismo Literário me fascinam e têm impacto na minha vida. O quanto aprender a viver em imersão, compreender o próximo, destrinchar sentimentos, a alma do ser humano, e transpor tudo isso para o papel tem um poder libertador - até curador, diria. Participar do curso da ABJL me levou a descobrir novos caminhos profissionais, a saber que podemos fazer a diferença como agentes de transformação. Levou-me também ao conhecimento de que podemos ser protagonistas da nossa própria história. E mais que isso: de que podemos, por meio de nossas matérias, levar nosso próximo a percorrer esse mesmo caminho de autoconhecimento e libertação.
.................


Viviane Pascoal Dantas (turma São Paulo, 2008)
Jornalista responsável pelo site Redação Integrada e mediadora do curso a distância de capacitação pedagógica para instrutores do SENAI

Sempre acreditei que jornalismo fosse algo mais significativo do o que me ensinaram na faculdade. Quando ligava a TV, me perguntava onde estava o repórter que não via a vida acontecer enquanto ele se preocupava se estava bem no vídeo. Morava em Natal (RN), quando, em 2007, fiquei sabendo do
Seminário Brasileiro de Jornalismo Literário. Foi como um sopro doce no ouvido dizendo “É possível!”. O encantamento pelo trabalho e filosofia da ABJL foi tanto que no dia seguinte eu já estava inscrita na pós. Foi um ano e meio de muito desafio, amadurecimento, repensei valores, reaprendi a fazer jornalismo. Criei o site "Redação Integrada" para produzir conteúdo jornalístico e empresarial em estilo JL e estou colhendo os frutos de ter apostado no que eu acredito. Só foi preciso treinar a mente, porque a alma e o olhar já eram essencialmente literários.
.............


Alexandre Staut (turma São Paulo, 2008)
Repórter da área de cultura

Minha vida profissional como jornalista é marcada por períodos de extrema paixão pelo ofício e outros em que jogo tudo para os ares e saio pelo mundo em busca de aventuras.
De repente volto ao Brasil e caio numa outra editoria de cultura. Aos poucos, percebo que meu texto está meio defasado, não flui. Neste mesmo momento, a direção do jornal onde trabalhava me chama e diz: “A Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL) acaba de nos mandar um convite. Querem dar uma bolsa para um profissional da casa e escolhemos você para fazer este curso”. Achei estranho o convite, nunca tinha ouvido falar nesta academia, mas mesmo assim me matriculei e comecei a assistir às aulas. Confesso que os primeiros tempos foram difíceis... Demorei bem uns dois meses para me apaixonar pelo curso. Mas, quando percebi, estava superenvolvido, e feliz de estudar um jornalismo que achava possível de ser feito apenas no "The New York Times" e no "Libération". Aos poucos, percebi que os professores do curso, sempre muito apaixonados pelo jornalismo e por suas possibilidades diversas, me ajudavam a rever minha vida profissional, de forma que eu me aproximasse dela com uma lupa. Foi exatamente num momento em que uma terceira crise profissional se aproximava. Mas, neste meio tempo, garças ao Jornalismo Literário, descobri que a profissão pode ser leve, agradável. Que os textos podem ser bem-humorados, cheios de vida e que não há limitações para pautas. Essa, alilás, foi a maior contribuição da ABJL para minha vida profissional. Ainda hoje, quando tenho certa dificuldade em desenvolver uma pauta, me lembro na mesma hora das aulas deste curso. E a matéria acaba fluindo.
....................


Fernando de Santis (turma São Paulo, 2008)
Jornalista "recém reapaixonado pelo texto"

Sempre acreditei que a palavra impressa tem o poder de transformar o mundo (e a quem a redige, por consequência). Mas esta crença em mim, confesso, ficou dormente por alguns anos. Até que três brilhantes professores e um punhado de convidados ilustres me fizeram acreditar que – sim – é possível voltar a escrever com o cérebro e com o coração (e para um leitor que ainda os tenha). Sinto-me orgulhoso de fazer parte da família de jornalistas literários.
..........


Ben-Hur Demeneck (turma Curitiba, 2007)
Jornalista e professor universitário. Mestre em jornalismo pela UFSC. Membro do Conselho de Cultura de Ponta Grossa (PR)

Ao pensar em JL, recordo aquilo que mais me chama a atenção – a sua dimensão simbólica e seu trato humanizado. Nas grandes reportagens desse gênero, encontramos mais que as informações ou a marca de uma época, mas uma história com traços universais porque humanos. Dramas, transformações interiores, jornadas, migrações, rompimentos, perdas, encontros ficam acessíveis por detrás da embalagem massiva do jornalismo. Há por ali pessoas que falam, ouvem, reagem, se comunicam com um repórter falível, ainda que sensível e informado para assinar tudo aquilo que o destino fizer pintar. A própria falta, o devaneio do narrador-repórter nos ajuda a entender um ponto: mesmo aquilo que compreendemos traz consigo um território inexplorado e misterioso. A especialização da ABJL também me trouxe referências para compreender o impacto e a influência do jornalismo na Cultura. Os seus mestres são habilidosos em contar histórias e em mostrar como a realidade desse mundo é capaz de nos impressionar, sem maquiagens ou invencionices. Ainda que se prime pela exatidão, estando sob a marca da credibilidade, como qualquer bom jornalismo, o JL prevê o encontro de pessoas, famosas ou anônimas, em suas jornadas de Ulisses.
..........


Sebastião Aguiar (turma São Paulo, 2007)
Assessor de comunicação da Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo

Eu me sinto muito privilegiado porque, sendo um jornalista veterano, ainda cheguei a conviver com uma escola de jornalismo de bom texto, dos primeiros tempos de "Realidade", "Veja", "Jornal da Tarde", "Cadernos de Jornalismo do JB", "Correio da Manhã", "Revista do Diners" e outras boas coisas que se editavam então. Mas até fazer o curso da ABJL eu não sabia definir com clareza quais eram os ingredientes desse famoso bom texto (que eu sempre tentei produzir, nem sempre com sucesso), e que muitos imaginam ser o resultado de talento natural e leitura aplicados às técnicas ensinadas nas escolas de Comunicação. E o bom Jornalismo Literário é mais que isto. Não dá para explicar como é neste espaço aqui. Matricule-se na ABJL, conheça professores que realmente têm um tanto a acrescentar às ferramentas que você já conhece e construa um novo padrão de elegância e exatidão para o seu texto.
..........


Pedro Ulsen (turma São Paulo, 2007)
Assessor de comunicação na Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo

Curso com proposta pedagógica singular e absolutamente bem formatada. Professores precisamente preparados, de competência inigualável na área. Turma de alunos dedicada e interessada em desenvolver suas próprias habilidades mas também o jornalismo de interesse público. Com essas três frases lembro da pós da ABJL de forma muito especial. Sempre tive a certeza de estar no mais bem-sucedido espaço de estudo e produção de Jornalismo Literário do Brasil. Quem quer conhecer a área não deve pensar meia vez e sim participar. Quem procura se aperfeiçoar na escrita e na edição de textos aprenderá em espaço fértil, e muito. Sem exagerar, o curso da ABJL foi (é) para sempre marcante e determinante em minha vida. Sou muito grato a todos.
..........


Ana Cândida Briski (turma Campinas, 2007)
Assessora de imprensa Câmara de Vereadores de Vinhedo (SP) e jornalista freelancer

Eu não sei ao certo como o JL entrou na minha vida...Só sei que estava procurando um curso interessante para fazer na área de Jornalismo, mas que fugisse do convencional, ou seja, das técnicas chatas que aprendemos na faculdade e que conciliasse informação e criatividade. Foi aí que recebi uma proposta da ABJL, me interessei, me matriculei e desde então sou uma ferrenha defensora do JL. Recomendo a todos o curso e só tenho elogios a fazer a equipe. Realmente é possível fazer uso das técnica aprendidas e realizar um bom trabalho, independente do segmento atuado.
..........


Grace Ignatowicz Barbosa (turma Curitiba, 2007)
Editora do jornal "Gazeta do Povo"

A pós em Jornalismo Literário foi extremamente significativa para mim porque trouxe não apenas um crescimento intelectual, mas um crescimento como indivíduo. Afinal nunca seremos bons profissionais se antes não formos pessoas abertas e prontas para entender e interagir com a complexidade do mundo a que pertencemos.
..........


Marta Brandão (turma Goiânia, 2007)
Pedagoga, jornalista e poeta


Em uma das primeiras aulas do Professor Edvaldo Pereira Lima, doutor em Ciências da Comunicação pela USP, ele nos apresenta uma nova maneira de se fazer jornalismo. Produção que não se encontra restrita ao meio escrito e muito menos à obrigatoriedade de se escrever longos textos. O texto em profundidade, recheado pela sensibilidade, pode nos oferecer personagens célebres ou anônimas, com realce na humanização dos fatos. Une raciocínio, análise e emoção; produzido, necessariamente, através de muita observação, no qual a cena precede os dados com foco no ser humano. (...) Os textos envolventes e atraentes do JL não podem continuar sendo privilégio de graduandos e pós-graduandos. É urgente a necessidade de levá-los até a sala de aula, meio eficiente de humanizar nossos jovens e ensiná-los a voar em sua imaginação, a transpor os muros da escola, na maioria das vezes decadente. (...) Sergio Vilas Boas diz que “o problema é que simplesmente desapareceram as reportagens hipnotizantes, aquelas que nos fazem esquecer o pão dentro da torradeira no café da manhã, perder o ônibus, ou dilatar nossa ida ao banheiro durante o horário de trabalho”. Essa mesma fantasia está ausente nas salas de aula; o encanto pela vida, a empatia necessária para o crescimento humano está ficando inerte nos bancos escolares Após percorrer um caminho produtivo desde 2007, quando concluí o curso de pós-graduação da ABJL, e apresentei à Faculdade de Pedagogia da cidade de Mineiros (GO), um projeto para instigar nossos acadêmicos a ler e escrever bons textos, a projetar seus sonhos além das regras institucionais, foi que esse mesmo caminho trouxe até mim o convite para trabalhar uma disciplina recém-criada no primeiro período do curso de Pedagogia: "Leitura e Produção de Texto", tendo como suporte o Jornalismo Literário, o que vem libertando a escrita e promovendo a verdade.
..........



Angélica Vieira (turma Goiânia, 2007)

Assessora de comunicação do Colégio Classe

Não só me identifiquei com a turma como me apaixonei pelo curso. As aulas eram cativantes e cheias de energia. Os professores - queria mesmo chamá-los de mestres, mas tenho certeza de que iriam torcer o nariz -  são personagens incríveis, pulsantes, com talento e senso de humor capazes de imprimir um ritmo contagiante aos nossos encontros. E teve ainda toda a informação trocada durante o curso, as obras de referência, as dinâmicas, as leituras, os filmes... É assunto sem fim. Lembro do desafio revigorante dos trabalhos finais e da injeção de informação que foi o Seminário Brasileiro de Jornalismo Literário em outubro de 2007: talento na veia. A pós em JL é uma experiência transformadora, uma vivência profunda que me levou a dar um salto quântico: avancei um bocado na minha jornada como ser humano, amadureci como jornalista e tomei pé do meu papel como contadora da história da civilização planetária. Me sinto honrada em fazer parte da família JL.
...........



Fabiano Ormaneze (turma Campinas, 2006)
jornalista, escritor e professor de jornalismo literário na PUC-Campinas.  Como jornalista, atua no "Correio Popular", em Campinas, e colabora para revistas como "Brasileiros" e outras

Escrever de um jeito diferente, inspirado no que os grandes nomes da literatura fazem. Usar as ferramentas do bom repórter para encontrar as particularidades, o curioso, o inusitado e avançar as mais profundas esferas da realidade humana. Além disso, contar história de gente que está por trás dos números, das estatísticas, dos gráficos que, todo dia, estão nos jornais. Foi disso tudo que provei durante o tempo em que cursei o curso de pós-graduação em Jornalismo Literário da ABJL. Quantas experiências interessantes, quantas novas possibilidades. O jornalismo tradicional, que me cansava, que me dava angústia (por que escrever sempre do mesmo jeito, feito uma máquina?) foi sendo substítuído por outra abordagem: mais humana, mais aprofundada, menos rotuladora e em que eu, como repórter, também apareço: meu estilo está lá, meu jeito, minha forma de ser e meu processo de trabalho. Sem falar que o curso da ABJL abriu portas, tanto na vida profissional quanto acadêmica. E, para quem experimenta o Jornalismo Literário e se envolve com sua prática e filosofia está aí uma série de oportunidades."
............


Francilene Oliveira (turma São Paulo, 2006)
Jornalista com mestrado pela Universidade Metodista (Umesp)

Por dois anos trabalhei com reportagens e perfis de protagonistas do cotidiano na revista "Dolce Vita". Hoje estou concluindo mestrado pela Universidade Metodista de São Paulo, onde aprofundo algumas questões relacionadas ao JL, em especial sobre a presença do “anônimo”, a quem chamo de “protagonista do cotidiano”, na revista "Piauí". Esta pós me abriu portas profissionais em São Paulo, já que saí de Teresina para fazê-la, como se diz, com a “cara e a coragem”. O curso foi importante, sobretudo, porque me levou a olhar a realidade de uma maneira mais complexa e humana. Também porque busca a “essência”, não a “aparência”. O jornalismo literário é uma prática que vem ganhando espaço na imprensa brasileira e fora também. A "The New Yorker", é uma das poucas publicações do mundo que tem aumentado a tiragem. Acredito que isso se dá porque o JL procura entender a época em que se vive e não o momento. As pessoas, cada vez mais, buscam o entendimento. Recomendo o curso como uma experiência única e transformadora no que diz respeito a uma prática jornalística que se aproxima mais da realidade.

............


Maria Lígia Pagenotto (turma São Paulo, 2006)

Jornalista freelancer

Cheguei ao curso da ABJL estimulada por uma amiga. Ela me recomendou porque me via, no dia-a-dia do trabalho, angustiada e desencantada com a profissão, caminho escolhido por mim com tanto apreço aos 18 anos de idade, quando ingressei na PUC-SP para me formar em Jornalismo. Ao longo dos anos, trabalhando em jornais diários e revistas, e também como assessora de imprensa, sentia que precisava me aprofundar em muitas questões acerca da profissão, mas não encontrava espaço para isso em lugar nenhum. Hoje também percebo que, nesse período, me deparei muitas vezes com oportunidades que renderiam ótimas matérias com “cara” de JL. Só que me faltava preparo, consistência, teoria e prática para levar o trabalho adiante. Faltava também estímulo por parte de editores e colegas. Fazer a pós-graduação em Jornalismo Literário mudou essa perspectiva. Eu diria que foi uma das mais sábias decisões de minha vida, tomada após os 40 anos de idade, com dois filhos pequenos, trabalhando o dia inteiro numa cidade complicada como São Paulo. Nada foi impedimento para que eu não levasse o curso até o fim. Ao contrário: ir às aulas, com certeza, eram as melhores coisas dos meus dias. O curso acabou, mas muita coisa ficou. As amizades, os contatos profissionais, a troca de ideias e, principalmente, o olhar mais crítico para o jornalismo, a certeza de que há muita coisa a ser feita na área, a vontade de não parar nunca. Acredito que há espaço para vários tipos de jornalismo hoje, uma profissão que, para mim, é uma importante ferramenta para combater injustiças, fazer descobertas inusitadas, trazer as histórias de pessoas e lugares mais ou menos comuns à tona, com precisão de detalhes, e garantir mais poesia ao nosso cotidiano. E o JL é, sem dúvida, o caminho mais curto para viabilizar esses aspectos do Jornalismo. O curso da ABJL me trouxe mais segurança para escrever e ousar, pensar projetos diferenciados, colocar em prática sonhos diversos. Colaborou muito também para que eu perdesse um pouco do ranço das formalidades acadêmicas. A especialização me abriu as portas para o mestrado que curso, em Gerontologia, e, no meu cotidiano de pesquisadora, com frequência me utilizo dos ensinamentos do JL. Eles transcendem a profissão: seus princípios são capazes de contribuir de forma contundente para um novo olhar para o mundo e as pessoas. Recomendo as reflexões feitas em sala durante o curso para todos os profissionais que se interessam pelo ser humano – não só jornalistas.
..........


André Pereira (turma Porto Alegre, 2006)

Assessor de imprensa de deputado da bancada do PT/RS

O curso de Jornalismo Literário que frequentei, na priveligiada oportunidade concedida aos gaúchos em 2006/2007, foi extremamente importante como complementação da minha carreira jornalística e mesmo da minha trajetória de vida, sobretudo pela diversidade de abordagens e experiências que as aulas proporcionaram. Os ensinamentos, técnicos e sensoriais, armazenados para uso prioritário em matérias jornalísticas, especialmente na elaboração de perfis, que me atraem muito, são muito úteis, mesmo na minha função rotineira de assessor de imprensa da área política, no âmbito do Parlamento Estadual do Rio Grande do Sul. Por isso, me atrevo a indicar o curso para quem quiser enriquecer a sua jornada pessoal, humanizando a prática profissional.
..........


Bruno Ravanelli Pessa (turma São Paulo, 2006)
Jornalista do portal iG e mestrando em Comunicação Social pela Umesp

O curso me abriu uma perspectiva nova no jornalismo, recuperando minha motivação para apostar na área nos campos profissional e acadêmico - tanto que hoje faço mestrado visando pesquisar e trabalhar com temas correlatos ao JL quando tiver a oportunidade de exercer a docência. Os professores transmitem o que sabem e pensam sobre JL com entusiasmo, de forma dinâmica e com abertura para os alunos se expressarem e darem o seu toque pessoal em tudo que produzem. Recomendo a todos que se interessarem não só pelo bom jornalismo, mas por explorar de forma intensa e ativa as complexidades e riquezas do ser humano.
..........


Wagner Hilário Borges (turma São Paulo, 2006)
Subeditor da revista "SuperHiper", da Associação Brasileira de Supermercados (Abras)

Formei em 2007 mas parece que fiz o curso há um ano, tão vivo tenho em mim o que aprendi na ocasião. Isso porque enxerguei nas ferramentas que me foram passadas à época oportunidade de unir duas das minhas maiores paixões: jornalismo e literatura. No JL, a máxima “a arte imita a vida e a vida imita arte” não tem sentido, pois ninguém imita ninguém, são exatamente as mesmas coisas. Descobri como o jornalismo hoje carece do humanismo que sobra na literatura e como a literatura pode ganhar credibilidade e veracidade por meio do rigor informativo, apurativo e documental do jornalismo. Descobri como técnica e conceitualmente um pode enriquecer o outro e passei a arrojar um pouco mais no meu trabalho diário. Quando fiz o curso, era já repórter da "SuperHiper". Confesso que nesse tipo de publicação a prática de um jornalismo integralmente literário ainda me parece impossível, mas o simples fato de rompermos um pouco com os padrões instituídos já nos torna de conferir-lhe caráter mais humano. Não costumo ter respostas negativas a essas ousadias na revista. É sério. Durante e depois do curso passei a trabalhar como ghost-writer. Participei de uma autobiografia em que empreguei com enorme satisfação o conceito da Jornada do Herói, que aprendi no curso. Durante todo processo produtivo, procurei identificar se as pessoas da vida do biografado se enquadravam ou não nos arquétipos junguianos. Não me surpreendi muito quando constatei que a vida dele transcorria como uma bela “jornada”. Para finalizar, aconselho o curso a todos que amam o jornalismo e a literatura. A todos que amam narrativas. A todos que sonham com a carreira de escritor, seja de ficção, da realidade ou das duas coisas.

............


Geraldo da Costa Júnior  (turma Brasília, 2006)
Jornalista e poeta

O Jornalismo Literário é como uma doença. Ao chegar ao local onde as aulas de JL seriam ministradas na Asa Sul, em Brasília, fui tomado de uma forte sensação de ansiedade. A tranquila noite de uma sexta-feira de março não indicava nada que pudesse ensejar tal comportamento. Ao contrário, a fala mansa e profunda dos mestres e doutores contrastava com o peso dos títulos que carregavam, ao mesmo tempo que corroborava o saber que nos traziam graciosamente - aquela aula de apresentação dispensava qualquer pagamento compulsório. A semente apaixonada de um novo modo de fazer jornalismo.  A semente foi germinar em mim tardiamente. A tal ansiedade, na verdade, era fruto de um problema de saúde mal tratado. Agora, quase quatro anos adiante, colho os frutos temporões daquela seara. Hoje mesmo, sicronicamente, relia o livreto "O Que É Livro-Reportagem", de Edvaldo Pereira Lima, e, para meu espanto, percebia nuances que em 2006 deixei passar naquele verdadeiro manual em que o autor assim me dedicava: "Que o prazer que você sente com o Jornalismo Literário seja multiplicado ao escrever aos seus leitores". Não sei se consegui seguir um dos vários bons conselhos do mestre, mas a verdade é que sinto saudades daqueles dias, tardes e noites onde - ainda que ansiosamente - absorvia como um bom torrão de terra do cerrado o conhecimento de como transmitir informações e conhecimentos para um mundo melhor.
..........


Karina Müller (turma São Paulo, 2006)
Jornalista e atriz de São José dos Campos (SP)

Quis ser jornalista para escrever, e muito, já que sempre me interessei por grandes reportagens, livro-reportagens e narrativas de viagens. Depois que me formei me decepcionei com o ritmo e o estilo do texto dos jornais diários e quase me desiludi com a profissão. Ao encontrar a pós em JL percebi que meu sonho era possível e que eu não estava sozinha nessa busca por textos que, muito além de informar, aproximam vidas, experiencias e até mesmo países e continentes. Atualmente coloboro com algumas revistas e agências, escrevo matérias de viagem, desenvolvo projetos como ghost-writer e acabo de finalizar meu primeiro Ensaio Pessoal. O melhor dessa história toda é que o JL é um mergulho profundo e sem volta ao que mais pode interessar a um jornalista: a busca da verdade.
..........


Tatiana Fávaro (turma Campinas, 2005)
Correspondente do Grupo Estado na região de Campinas
 
Durante a primeira aula da primeira turma de Jornalismo Literário, em Campinas, na Metrocamp, o professor Celso Falaschi falava sobre como aqueles quase 40 alunos poderiam fazer jornalismo de uma forma diferente. Com precisão de dados, digressão, humanização, imersão do repórter, voz autoral, estilo, simbolização. Celso estava imerso. Nós imergimos com ele. E com Edvaldo, Sergio e tantos outros. Ninguém despejava conhecimento em ninguém. Ali, ou nos apresentavam um caminho escondido e nos davam pistas de como promover as descobertas em nós mesmos ou era troca pura. Sei que naquela primeira aula fiquei arrepiada ao ouvir que a minha vontade de transcrever a realidade por meio de um olhar vivo, intenso, minucioso e sincero sobre os fatos era possível. E pensei: "É isso! É isso que eu quero fazer!". Embora essa vida dê voltas e o dia-a-dia do jornalismo às vezes nos mantenha na superfície pasteurizada, posso dizer com certeza que sou mais feliz após ter tomado contato com o Jornalismo Literário. Pois sei que, no cotidiano da profissão, quando surge uma oportunidade de mergulhar na literatura da realidade, eu tenho a chance de dançar com as palavras e as histórias da vida real.
..........


Luiz Nascimento (turma Campinas, 2005)    
Editor de fotografia do Jornal semanal "Boqueirão", de Santos (SP)

Fui aluno da primeira turma. Aproveitei cada aula como se fosse a última. Sou grato pelo aprendizado que me ajudou no desenvolvimento de minhas pautas, nas tiradas de minhas imagens e narrativas de meus textos.  Acredito que com as novas tecnologias de informação e a crise no Jornalismo diário somente o texto criativo e bem aprofundado seja a salvação dos jornais e dos jornalistas. Parabéns professores da ABJL, vocês são incansáveis.
..........


Cyntia Belgini Andretta (turma Campinas, 2005)
Jornalista e pesquisadora

Participei da primeira turma do curso da ABJL e hoje me sinto muito feliz por continuar trabalhando com esses temas maravilhosos que são o Jornalismo e a Literatura. Parabéns a quem leva isso adiante!
...........


Karam Valdo (turma Campinas, 2005)
Assessor de imprensa da Canal de Comunicação


Decidi fazer parte da primeira turma da pós (2005) para entender a grande reportagem e humanizar o jornalismo. Os encontros expandiram minha percepção do que é o próprio jornalismo, me ajudaram a transformar pautas em histórias, entrevistas em conversas, reportagens em arte. O curso é parte de mim até hoje, pelas aulas que tive e pelos amigos que fiz, e me oferece energia para criar uma literatura viva e transformadora da realidade.
...........

ABJL © - 2008 - todos os direitos reservados