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"Ensinei narrativa de não-ficção para repórteres em Harvard e também freqüentemente em congressos na França, Dinamarca, Japão e África do Sul. Mas está claro para mim, agora que venho trabalhando com os professores da ABJL em São Paulo, que o programa que conduzem é um dos mais sofisticados, efetivos e ambiciosos no mundo. Além disso, está em sintonia com as necessidades crescentes dos vibrantes jornalistas brasileiros."
Mark Kramer, diretor-fundador do Programa de Jornalismo Narrativo Nieman na Universidade Harvard, EUA.
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"Os jornais não perdem circulação porque as pessoas não gostam de ler. Os leitores não gostam de ler textos ruins e, por isso, deixam de ler jornais nos quais não há vez para boas histórias. O trabalho da ABJL para qualificar textos na imprensa é, portanto, vital para garantir o futuro dos jornais e da própria profissão de jornalista."
Marcelo Rech, diretor de redação do jornal "Zero Hora", Brasil.
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"O jornalismo, tal como o conhecemos, está a acabar. É preciso que surjam comunicadores com a coragem de embarcar na grande aventura de redescobrir o mundo. E com a arte de contar o que viveram. a ABJL está a criar, no Brasil, essa nova geração de jornalistas."
Paulo Moura, repórter especial do jornal "Público", Portugal.




